quinta-feira, 31 de março de 2016

Alpha Notícias: Ford ajusta o motor do Focus RS no "ouvido"




Audição ajuda a refinar a qualidade, afinação e som do motor EcoBoost

Texto e Fotos: Assessoria de Imprensa 

A Ford usa o sentido humano da audição para chegar ao som característico do esportivo Focus RS. Assim como na preparação de um carro de competição na Fórmula 1 ou na afinação de um piano, uma equipe muito treinada e com ouvidos apurados garante a qualidade e o “ronco” especial do motor EcoBoost 2.3 de 350 cavalos de potência que equipa o novo Focus RS.

"Num mundo onde os produtos são testados cada vez mais com dispositivos de alta tecnologia, ainda há tarefas que têm de ser aprimoradas por um bom par de ouvidos. Nosso time sabe qual é o som de um motor perfeitamente calibrado e os ruídos que podem indicar um problema", diz Gunnar Herrmann, vice-presidente de Qualidade da Ford Europa. "É como um médico que conta com a mais avançada tecnologia de diagnóstico, mas ainda usa um estetoscópio para colher pistas da saúde de um paciente."


Esses especialistas recebem meses de treinamento e orientação, usando motores especialmente preparados para aprender a identificar defeitos pelo som. Então, passam a realizar os testes intensivos de 1 minuto, nas 18 células à prova de som no final da linha de montagem. Se eles ouvem qualquer ruído ou assobio associado a problemas, como um duto de lubrificação bloqueado ou dente de engrenagem danificado, o motor é removido para verificação. Assim, a qualidade do processo é continuamente melhorada.


A versão de 350 cavalos do motor EcoBoost 2.3 que equipa o novo Focus RS foi especialmente projetada para fazer de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos e atingir velocidade máxima de 266 km/h. O motor do Focus ST também é testado com a mesma técnica.

"A experiência de ouvir milhares de motores nos permite perceber de imediato quando algo não funciona perfeitamente", diz Juan Carlos Rosmari, técnico de qualidade da Fábrica de Motores de Valência. "Cada tipo de motor tem seu próprio som e ao ouvi-los nas células de teste aprendemos a conhecer suas características únicas e também os sinais que indicam um problema."

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