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Alpha Motos: Secular Royal Enfield retoma operação no Brasil

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Marca chega ao país com subsidiária local, três modelos e preço a partir de R$18.900,00

A Royal Enfield está de volta ao mercado brasileiro. A marca iniciou a operação da sua subsidiária no maior mercado de duas rodas da América Latina e a segunda distribuição direta da empresa fora da Índia. Sua primeira loja está na cidade de São Paulo, na Avenida República do Líbano, 2.070, em Moema, próxima ao Parque do Ibirapuera. 

“A Royal Enfield está rapidamente se tornando um player muito importante no mercado global de motocicletas de média cilindrada, reinventando este segmento com modelos evocativos, envolventes e muito divertidos de pilotar. Estamos muito satisfeitos por entrar oficialmente no Brasil e oferecer nossos produtos para um novo grupo de clientes, que nos permitirá perceber nosso potencial competitivo no quarto maior mercado de motocicletas do mundo e o maior da América Latina”, pontua Rudratej Singh, presidente da Royal Enfield.

A Royal Enfield é marca de motocicleta mais antiga em produção contínua, criada no ano de 1901, em Redditch, na Inglaterra. Hoje, é uma divisão da Eicher Motors Limited (EICHERMOT), empresa de capital aberto e um dos principais players do mercado automotivo indiano. A estratégia de crescimento e foco internacional da marca é liderar e expandir o segmento global de motocicletas de média cilindrada (250cc a 750cc). Para isso, a Royal Enfield entra no mercado brasileiro com três de seus mais populares e tradicionais modelos, com motores monocilíndricos de até 535cc. 

Os modelos disponíveis serão: 

* O modelo urbano padrão da marca, a Bullet 500, tem design atemporal, icônico e artesanal, e está em produção contínua há oito décadas. Com sua aparência inconfundível e seu escapamento distinto, este modelo oferece uma experiência sensorial única em cada passeio; 

* A Classic 500, o modelo urbano retrô, é um tributo às motocicletas britânicas da era pós-Segunda Guerra Mundial, preparada em um estilo pós-guerra; 

* A Continental GT (535cc) reinventa as Café Racers em pleno século 21, com inspiração em suas raízes – a Era Rocker dos anos 60. É a motocicleta mais leve e ágil da marca, que possui uma posição de condução agressiva para passeios emocionantes. 

“Em um momento de mercado onde os pilotos estão procurando motocicletas de fácil manutenção, a Royal Enfield oferece modelos clássicos modernos, evocativos e simples, com um apelo atemporal. Nossas máquinas são inspiradas na história do motociclismo, na forma e na simplicidade. Elas capturam a sensação de liberdade, diversão e capacidade de resposta que os motociclistas tentam alcançar há anos, agora em um contexto moderno. As Royal Enfields são, possivelmente, os modelos mais atraentes de média cilindrada disponíveis no mercado. Utilizamos mão de obra artesanal e tecnologia moderna como um meio de alcançar o equilíbrio perfeito entre o piloto, a máquina e o terreno. No mundo de hoje, a Royal Enfield traz de volta a revitalização dos prazeres do “puro motociclismo”, que representa uma experiência fundamental de vida autêntica e real”, complementa Rudy Singh.

A subsidiária e o escritório regional da marca em São Paulo ficam sob a liderança de Claudio Giusti, diretor geral da Royal Enfield no Brasil. Ele é o responsável pela gestão da operação no mercado nacional, incluindo vendas, marketing, comunicação, garantia e pós-venda.

“Para nós, o principal do motociclismo é o prazer de pilotar. Com essa ideologia, a Royal Enfield foi pioneira, ampliou e, hoje, lidera o segmento de média cilindrada na Índia – um dos maiores mercados de motocicletas no mundo. Vemos uma clara oportunidade de fazer o mesmo no Brasil, com uma enorme base de pilotos procurando por verdadeiras aventuras e experiências e buscando produtos mais apropriados que os permitam chegar a esse objetivo. Ao mesmo tempo, temos máquinas práticas o suficiente para as condições de condução na cidade. Os modelos da Royal Enfield também ajudarão o próprio segmento de média cilindrada no País, que tem grande potencial”, analisa Claudio Giusti.

Trazendo a filosofia da marca de “Puro Motociclismo” em todos os seus aspectos, a primeira loja da Royal Enfield na cidade pretende criar um ambiente que une experiência diferenciada de vendas e pós-vendas, promoção de passeios coletivos e eventos da comunidade de motociclistas, além de outras ações e serviços que trazem vida a seu legado. O espaço de vendas, similar a uma sala de estar de um apaixonado por motocicletas, é apresentado com um apelo visual único, que inclui, por exemplo, uma Continental GT desmontada em uma das paredes, mostrando o interior do modelo em um quadro, e mostruário inovador de produtos. A loja abrigará as motocicletas da Royal Enfield e também seu portfólio completo de roupas e acessórios, com equipamentos personalizados e uma linha de vestuário destinada à proteção urbana. A loja foi projetada para ser mais que um local de compra e se tornar um ponto de encontro para os amantes do motociclismo expressarem sua paixão.

 Modelos, versões e preços
LINHA
MODELO
PREÇO
BULLET
500
EFI R$ 18.900
CLASSIC
500
Regular R$ 19.900
Regular ABS R$ 20.900
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Desert Storm, Squadron Blue e Battle Green R$ 21.000
Desert Storm, Squadron Blue e Battle Green ABS R$ 22.000
Classic Chrome
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R$ 21.900
Classic Chrome ABS R$ 22.900
CONTINENTAL
(535cc)
GT R$ 23.000
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GT ABS R$ 24.500

Esportes

Mitsubishi Eclipse Cross estreia na Stock Car em 2025

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Mitsubishi Eclipse Cross estreia na Stock Car em 2025

Em 2025 a Stock Car terá um novo SUV no grid de largada: o Mitsubishi Eclipse Cross. Reconhecida por sua participação e promoção de rallies, a marca dos três diamantes reforça sua presença no esporte a motor ao anunciar seu retorno à categoria após uma ausência de 16 anos.

Fabricante do Mitsubishi Eclipse Cross volta às pistas da categoria após uma ausência de 16 anos

Mitsubishi Eclipse Cross estreia na Stock Car em 2025

“É uma honra poder retornar à Stock Car. A Mitsubishi Motors sempre esteve muito ligada ao esporte. Apoiamos o esporte à vela, ciclismo, tênis e, claro, o esporte à motor. Retornarmos à Stock Car, categoria que reúne os mais renomados pilotos em atuação no Brasil e ter o Eclipse Cross sendo pilotados por eles é muito importante para a nossa marca. Tenho certeza de que faremos um excelente trabalho dentro dessa categoria tão marcante para o automobilismo brasileiro”, diz Mauro Correia, CEO da Mitsubishi Motors no Brasil.

A escolha pelo Eclipse Cross acompanha o movimento da própria competição em substituir os sedãs pela carroceria de SUVs, que estão crescendo cada vez mais em vendas nos últimos anos. Desta forma, a Mitsubishi Motors se torna a terceira montadora a confirmar presença na temporada 2025, ao lado de General Motors e Toyota.

A Mitsubishi Motors se torna a terceira montadora a confirmar presença na temporada 2025

Mitsubishi Eclipse Cross estreia na Stock Car em 2025

De 2005 a 2008, a história da Mitsubishi na Stock Car foi escrita a bordo do modelo Mitsubishi Lancer. Nessas 4 temporadas foram 48 corridas, 2 títulos com Cacá Bueno em 2006 e 2007 e 16 vitórias – a primeira com Ingo Hoffmann e a última com Cacá Bueno.

Foram ainda 38 pódios nesses 4 anos e 37 pilotos, entre eles o Cacá Bueno, nosso piloto com mais vitórias, mais poles, mais voltas rápidas e mais pódios a bordo de Mitsubishi, tivemos ainda Christian Fittipaldi, Ingo Hoffmann, Popó Bueno, Ricardo Maurício, Valdeno Brito e muitos outros que podemos passar a lista completa para vocês.

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“Para nós é uma honra poder contar com uma marca que entende e usa o motorsports como plataforma de marketing, desenvolvimento e vendas. Ter a Mitsubishi de volta ao grid mostra que nosso caminho de mudança de sedãs para SUVs atrai cada vez mais as montadoras a estarem no grid com a maior categoria de automobilismo da América Latina e uma das 5 principais do mundo em carros de turismo”, finaliza Fernando Julianelli, CEO da Stock Car.

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Notícias

Nissan comemora dez anos do Complexo Industrial no Brasil

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Nissan comemora dez anos do Complexo Industrial no Brasil

A Nissan comemora a primeira década da sua unidade industrial em Resende/RJ, um exemplo de excelência de produção, práticas sustentáveis e promoção de equidade e inclusão.

Complexo da Nissan se destaca pelas práticas sustentáveis e promoção da equidade, diversidade e inclusão em suas equipes

“O nosso Complexo Industrial de Resende é ainda muito jovem, mas, mesmo assim, nos orgulha porque já é reconhecido globalmente na Nissan pela sua excelência e qualidade de produção, sempre buscando fabricar carros que tornem muito positiva a experiência de nossos clientes “, afirma Gonzalo Ibarzábal, presidente da Nissan do Brasil.

O Complexo Industrial da Nissan é formado por uma fábrica de veículos e uma de motores e conta com um ciclo completo de produção. É uma das poucas unidades industriais inauguradas mais recentemente no Brasil que possui, dentro de suas instalações, da área de estamparia até pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade.

Juntamente com a celebração de sua primeira década de operação, e mesmo ainda sendo muito moderno, o complexo começa a passar pela sua primeira grande transformação, como resultado do investimento de R$ 2,8 bilhões anunciado pela Nissan no fim do ano passado.

O montante, que já faz parte do novo plano estratégico global da Nissan, The Arc, permitirá a instalação de novos equipamentos, ampliações na linha de produção e a evolução de processos para permitir a fabricação de dois novos SUVs e um motor turbo.

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Ao longo desses 10 anos, além de inúmeras conquistas e momentos especiais dentro do universo Nissan, o complexo de Resende fez história, por exemplo, ao ter sido a primeira fábrica do mundo a ter o revezamento da Tocha Olímpica passando em meio as suas linhas de produção, em 2016, como parte dos Jogos do Rio. Também dentro do espaço de manufatura, em 2017, foi realizado um show de um astro da música sertaneja brasileira, reunindo cerca de 1.800 funcionários.

Em 2022, outro momento inédito no país: a produção foi interrompida por dois dias para que todos os funcionários participassem de um letramento racial com objetivo de acelerar a promoção da igualdade racial na empresa. Realizado em conjunto com o Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), a ação impactou mais de 2 mil funcionários e foi um dos maiores treinamentos presenciais sobre diversidade racial realizado no Brasil.

Assim, o Complexo Industrial da Nissan em Resende segue construindo a história e impulsionando o futuro da marca e do nosso país com foco na qualidade de produção, honrando o seu DNA japonês, dando prioridade as práticas sustentáveis e valorizando as pessoas, em uma jornada consistente para a promoção da equidade, diversidade e inclusão em suas equipes e na sociedade.

Um caminho positivo reconhecido pelos funcionários que, nos últimos dois anos, levaram a Nissan a ser certificada como Great Place to Work e motivou mais de 500 deles a ajudarem na realização da foto oficial dos 10 Anos do Complexo Industrial de Resende, realizada nas ruas internas da unidade.

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Esportes

GP da China é a próxima etapa da Fórmula 1 2024

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GP da China é a próxima etapa da Fórmula 1 2024

O GP da China está de volta ao calendário após um intervalo de cinco anos. 2019 foi o último ano em que a Fórmula 1 correu em Xangai, realizando nessa ocasião as celebrações para marcar o milésimo evento na história do campeonato mundial de maior prestígio na história do motorsport.

O trio de pneus Pirelli escolhidos para o GP da China são o C2 como Duro, o C3 como Médio e o C4 como Macio

A longa pausa se deveu ao lento retorno à normalidade após os efeitos da pandemia de Covid-19 e a China agora está de volta ao calendário, com sua primeira aparição a poucos meses de completar 20 anos. A primeira edição deste GP foi realizada em setembro de 2004.

Todas as 16 edições foram realizadas no Circuito Internacional de Xangai, projetado por Hermann Tilke, cujo traçado é vagamente baseado no caractere chinês “shang”, que significa “acima”.

O percurso de 5,451 quilômetros traz 16 curvas, várias delas muito lentas, por exemplo a sessão entre as curvas 1 e 3 e 6 a 14, enquanto outras são de alta velocidade, como o ‘S’ entre as curvas 7 e 8. Há duas longas retas, ambas utilizadas como zona de DRS, com uma na reta de largada e chegada e a outra na reta oposta, de mais de um quilômetro, a partir da curva 13, que é ligeiramente inclinada na entrada da curva 14.

Com base em simulações e dados anteriores, os pneus estão sujeitos a forças laterais e longitudinais que se enquadram na categoria média, com a parte externa do pneu, especialmente no lado esquerdo do carro, sofrendo o maior desgaste.

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Abril em Xangai pode registrar uma mudança acentuada nas temperaturas

GP da China é a próxima etapa da Fórmula 1 2024

O trio de pneus escolhidos para Shanghai é o meio da gama, com o C2 como Duro, o C3 como Médio e o C4 como Macio. Nominalmente, é a mesma seleção de 2019, mas o cenário é muito diferente.

Há cinco anos, os pneus de 13 polegadas ainda estavam em uso, instalados na geração anterior do carro, que tinha um assoalho plano e aerodinâmica completamente diferente do carro atual.

Na verdade, para os pilotos, as equipes e também para a Pirelli, é praticamente uma questão de começar do zero, visto que as referências são muito vagas.

Complicando ainda mais a situação está o fato de que o GP da China ser o primeiro de seis eventos desta temporada no formato Sprint, que por sua vez foi levemente modificado para este ano em termos da ordem de execução das sessões.

Os treinos livres e a classificação Sprint são na sexta-feira, a corrida Sprint e a classificação no sábado, com o GP, como sempre, no domingo. O parque fechado também foi alterado, passando a ser dividido em duas partes: uma que cobre a classificação e a corrida Sprint e a outra que começa antes da classificação de sábado à tarde.

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Isso significa que há apenas uma hora de treinos livres na sexta-feira para encontrar a configuração certa para os carros e, acima de tudo, para avaliar os pneus durante uma longa corrida numa pista que inevitavelmente estará longe das condições ideais.

É provável que, em termos de aderência, a evolução da pista, que não mudou desde 2019 e só foi utilizada com pouca frequência desde então, seja muito significativa, à medida que pouco a pouco os carros vão depositando borracha na superfície. Isso significa que o trabalho no simulador tem uma importância ainda maior para pilotos e engenheiros, tanto na preparação para a prova como durante.

O formato Sprint também significa uma alocação diferente para pneus de pista seca, caindo de 13 para 12 conjuntos (dois Duros, quatro Médios e seis Macios), enquanto o número de conjuntos para chuva permanece o mesmo (cinco Intermediários e dois de Chuva Extrema).

Abril em Xangai pode registrar uma mudança acentuada nas temperaturas, com variações em torno de 10ºC, o que acrescenta mais uma variável ao quebra-cabeça que as equipes e pilotos devem montar.

Normalmente, o GP da China é uma corrida de duas paradas, em parte porque há vários locais onde as ultrapassagens são possíveis, como na freada da curva 14 e depois na reta principal e na freada da curva 6. Assim como foi em Suzuka, o undercut geralmente é muito eficaz em Xangai.

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Dos 20 pilotos que compõem o grid este ano, apenas três subiram no degrau mais alto do pódio de Xangai: Lewis Hamilton (seis vezes), Fernando Alonso (duas vezes) e Daniel Ricciardo (uma vez). Hamilton também tem seis poles em Xangai e marcou 204 pontos aqui. Das equipes, a Mercedes lidera o grid com seis vitórias, à frente da Ferrari, com quatro, enquanto a Red Bull venceu duas vezes. Na realidade, foi aqui, em 2009, que Sebastian Vettel deu a primeira vitória à equipe que, assim como agora, era dirigida por Christian Horner.

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