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quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Coluna "Fernando Calmon": Inovar-Auto criou falsa expectativa




Fernando Calmon* 

A notícia, obviamente, não é boa. Porém a segunda desistência da Mercedes-Benz de produzir automóveis no Brasil, além de já esperada, tem algumas explicações menos evidentes. Tudo começou em meados dos anos 1990, quando o País decidiu responder aos estímulos oferecidos pela Argentina para atrair novos fabricantes. O real estava muito valorizado em relação ao dólar e, ainda assim, aqui se instalaram Renault, Toyota, Honda, Dodge, Mitsubishi, Audi (associada à VW) e Mercedes (a última, em abril de 1999). No entanto, a maxidesvalorização do real de cerca de 100%, no início de 1999, levou a indústria automobilística a sofrer redução drástica de vendas. 

Dodge foi a primeira a parar (2002), seguida pela Mercedes (2005) e Audi (2006). Dólar alto, custos elevados (a marca da estrela de três pontas construiu fábrica exclusiva e usava muitas peças importadas), além de dimensões acanhadas levaram ao fim prematuro do monovolume compacto Classe A. Mas a instalação, em Juiz de Fora (MG), ainda montou o Classe C para exportação e hoje produz cabines de caminhão.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Alpha Notícias: SAE BRASIL discute adaptação da indústria ao Inovar-Auto


Encontro terá foco na necessidade da indústria brasileira em se adaptar às novas demandas para continuar competitiva

Texto: Assessoria de Imprensa

O Inovar-Auto propôs ao mercado diversas mudanças para a produção de carros mais eficientes e econômicos. Porém, as alterações afetaram diretamente os segmentos de motores, transmissões e lubrificantes. Para avaliar como esses impactos atingem as indústrias será realizado em Minas Gerais, no dia 15 de maio, o 8º Simpósio SAE BRASIL de Motores, Transmissões e Lubrificantes. O encontro será na Casa Fiat de Cultura (rua Jornalista Djalma Andrade, nº 1250, Belvedere, Belo Horizonte). 

Organizado pela Seção Minas Gerais da SAE BRASIL, o simpósio reunirá representantes do setor automotivo, que irão avaliar e debater os efeitos que as recentes determinações do governo no setor da eficiência energética terão nos motores, transmissões e lubrificantes. 

“Com isso, queremos atrair não somente os profissionais que atuam nos fabricantes de motores, transmissões e lubrificantes, mas todos os setores envolvidos: montadoras de veículos, fornecedores de componentes, sistemistas, universidades e centros de pesquisas independentes que, sem duvidas, poderão contribuir muito para esse desafio”, explica Ugo Delfino, chairman do simpósio. 

Segundo o executivo, o assunto tem gerado muitas discussões na indústria e ainda não ficou claro para muitas como a eficiência energética proposta pelo Inovar-Auto exigirá mudanças nos motores, transmissões e lubrificantes do futuro próximo. “Com esse encontro queremos mostrar a complexidade do tema e quais as variáveis que envolvem o mercado”, avalia Delfino.

Mas ao mesmo tempo em que é de conhecimento geral, o tema ainda gera dúvida no mercado. “As indústrias trabalham para se adequar a essas normas, cada uma em seu mercado e ao modo mais vantajoso para seu negócio, mas não há sinergia de informações. Por isso, esse encontro é tão importante, a troca de informações é fundamental para o crescimento da indústria”, aponta o chairman. 

Programação

A grade de palestras do simpósio, que tem como objetivo receber um público de 150 pessoas, contará com especialistas ligados aos setores de motores, transmissões, lubrificantes, montadoras, sistemistas, além das universidades. 

“As palestras serão didáticas com conteúdos abrangentes e que trarão uma perfeita noção do que nossa indústria está fazendo para termos carros mais eficientes e adequados às normas do novo regime automotivo”, conta Delfino.

“Entre esses especialistas destaco os professores Marcelo Massarani da Universidade de São Paulo (USP); Sérgio Hanriot, da Pontifícia Universidade Católica (PUC); e Ramon Molina, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), três figuras muito atuantes em suas instituições e que terão muito a acrescentar aos participantes”, pontua Delfino. 

“Acreditamos que os objetivos finais do desenvolvimento científico e tecnológico são pautados e delimitados pelas realidades econômica, social e política. Daí os simpósios da SAE BRASIL oferecerem oportunidades para debates técnicos conectados com as demandas da sociedade”, afirma o engenheiro Ricardo Reimer, presidente da SAE BRASIL

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Alpha Serviços: KPMG promoverá encontro para debater o Inovar-Auto


Texto: Assessoria de Imprensa

A KPMG no Brasil promoverá no dia 29 de abril, a partir das 9h, uma mesa de debates com empresas do setor automotivo a fim de discutir as últimas mudanças e os principais pontos do Inovar-Auto. No evento, o sócio da área de impostos da KPMG no Brasil, Sergio Schuindt, e gerente do mesmo setor, Frederico Bannwart, discutirão a legislação, as questões atuais que afetam a aplicabilidade e a utilização dos incentivos relacionados ao programa, além das questões que permanecem pendentes de regulamentação nos Ministérios responsáveis pela gestão do Inovar-Auto.  

Dentre outros temas a serem abordados estão a segregação das atividades de Pesquisa & Desenvolvimento das atividades de engenharia e os insumos estratégicos para o alcance do benefício.

Serviço

Evento: Inovar-Auto – principais desafios às empresas do setor automotivo no País
Data: 29 de abril

Horário: Das 9h às 12h

Local: Escritório da KPMG na Paulista
Endereço: Avenida Paulista, 2313 – Consolação - 7o Andar - Sala 01 - São Paulo - SP 
Informações e inscrições:
e-mail br-fmeventostax@kpmg.com.br ou pelo telefone (11) 3138-5320

segunda-feira, 31 de março de 2014

Alpha Notícias: Kia Motors recebe habilitação ao Inovar-Auto


Importadora pode importar 4.800 unidades/ano sem os 30 pontos porcentuais no IPI

Texto: Assessoria de Imprensa

A partir de abril de 2014, por meio do programa Inovar-Auto, a Kia Motors passa a ter direito à cota máxima de 4.800 unidades/ano sem os 30 pontos percentuais no IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados. A portaria MDIC nº 56 foi publicada hoje no DOU – Diário Oficial da União.

“Para uma empresa que comercializou média anual de 52 mil unidades entre 2010 e 2012, a cota máxima de 4.800 unidades/ano não será suficiente. Mas certamente vai contribuir muito para que 2014 seja um ano mais alentador”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil.

Para que a importadora volte a ter competitividade, 6 mil unidades do Bongo – produzido no Uruguai, portanto também sem os 30 p.p no IPI – serão contabilizadas em 2014. Nas estimativas de vendas da Kia Motors para este ano, Gandini espera obter crescimento de cerca de 3% sobre os volumes de 2013.

“Como fechamos o ano com 29 mil veículos emplacados, ao projetarmos 3% de crescimento, chegaremos a 30 mil unidades em 2014. Para chegarmos a essa projeção, contaremos com a cota de 4.800 unidades e 6 mil de Bongo, sem a alta de 30 pontos percentuais no IPI, e mais cerca de 20 mil unidades com o IPI diferenciado”, prognostica.

Segundo Gandini, a Kia Motors do Brasil não aderiu ao Inovar-Auto, instituído em 3 de outubro de 2012, porque apenas como importadora e distribuidora não teria como atender aos requisitos mínimos do programa. “Sem o comprometimento jurídico da montadora sul-coreana, não teria como sustentar o nosso compromisso com o Governo brasileiro em outubro de 2017, quando todas as montadoras e importadoras precisam comprovar a redução de emissões”, argumenta.

Lançamentos

Outro cenário, agora factível, é a efetiva série de lançamentos que a Kia Motors deve fazer ao longo de 2014. Os dois primeiros já estão definidos: o sedã de luxo Quoris em maio e o novo Soul (segunda geração) em junho. Outros, no entanto, como do Cerato Hatch, nova Carens e o Cerato Koup, terão de ser postergados por conta do fator incompatibilidade de preços finais.

“De qualquer maneira, agora temos mais alternativas. Com a cota, podemos direcionar os benefícios fiscais para produtos em alto volume ou para produtos de nicho, mas sempre em condições igualitárias em relação aos seus principais concorrentes”, enfatiza Gandini.

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